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Qual é o nome que você quer ter?
Gosto do movimento das ondas, da invariabilidade do tempo e da inevitabilidade do fim. Gosto das cores que mudam, das flores que nascem e murcham, das danças de salão e do vai e vém das sombras.
Movimento é meu nome. Gostaria de te chamar assim também.
Meu mundo é jovem, envelhecendo aos poucos por alguns medos e mágoas. Mas a cada gota de alegria, um surpreendente mundo novo sempre se revela pra mim com sotaques singelos de bem estar, querer bem e recompensas prazerosas.
Renascimento é meu nome. E é o de alguns também.
Enxergo o mundo com olhar crítico. Porém, com ciência de causa, inclusive reconhecendo erros causados por impulsos e precipitações. Interpretar o mundo através das minhas percepções me estimula a crescer, aprender e caçar o conhecimento.
Buscar é meu nome. E é o que todos buscam ter.
Elimino pessoas e coisas que deixei de amar com a objetividade de um plano Marshall. Reconstruo meu coração-país machucado por bombardeios de decepções e sigo em frente, reconstruindo torres e reerguendo palácios, onde antes havia surpresa, escuridão e angústia.
Reconstrução é meu nome. E é o nome que todos deveriam ter.
Sigo guloso neste vasto caminho de descobertas que é a vida. Gosto dos que se arriscam e crêem que a inércia produz mais riscos do que se pensa. Prefiro correr riscos, envolvendo-me em projetos, criando, jogando o jogo com paciência e certa coerência. Prefiro pisar em pregos com os pés calçados que andar descalço sobre ovos. Aceito os percalços. Provoco-os.
Resignação é meu nome. E é o que todos precisariam ter.
Reconheço uma injustiça. Reconheço o exagero provocado quando se trata de autodefesa. Sei reconhecer esforços e prestar atenção às peças na mesa. Reconheço mentiras e subterfúgios, mesmo que demore a percebê-los.
Reconhecimento é meu nome. Como posso te chamar?
Em cada pedra fora do lugar, não me atento ao buraco na parede. Procuro saber onde encontro tijolo, cimento e pá.
Transformação é meu nome. Este, poucos tem.
Meu jogo é limpo e claro. Pode não te agradar. Mas não vou entrar de sola na canela de ninguém.
Clareza é meu nome. Não está claro, ainda, pra você?
Posso não te adorar nem ser adorado por você. O que não me impede de oferecer amor sincero e gentil a outras pessoas.
Amar também é meu nome. E eu sei que é o de todo mundo.
Não acredito em bem e mal. Somos todos passíveis de cometer atos bons ou outros não tão bons. O que nos torna humanos, perfeitamente, maravilhosamente imperfeitos. Arrepender-se é lição. Não querer ter mais do que se arrepender, maturidade.
E esse nome também é o seu: Imperfeição.
Olhar pra trás é sabedoria. Reconheço o que foi bom, mesmo que hoje não faça mais parte de minha vida. E sou grato a cada momento, mesmo os que me derrubaram. Todos estes me ajudaram e me ensinaram a me levantar.
Gratidão é meu nome. Desculpe, mas não é o seu.
Saudade seria meu nome. Não é mais pra você.
Escorpião é um bom nome. Pode me chamar assim.
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E o DVD do Jammil segue a passos largos. Em agosto embarco, juntamente com Lucas Occilupo e Flávio Morgade pra Los Angeles, onde gravaremos baixo, bateria, teclados e programações.
Estou animado com nossas escolhas. Em Julho haverá uma audição final. Ansioso pra que este dia chegue logo.
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E a copa, hein? Todo mundo comerorando a desclassificação da França e eles lá, voltando pra Paris. Tristes Bafana-Bafana…
Bora, Brasil! Como diria Seu Bôa, “tivemos nosso Vampenta; agora nosso Josuhexa!”
É isso aí!
Namastê!



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