Diário de Bordo II Idéias Absurdas
mar
27

Paleolítico


Ahhhhhhhhhhh! Eu queria ter assistido o Radiohead no Rio de Janeiro! Não conhece o Radiohead? Você está ouvindo axé demais, garota.

Eu adoro axé.  Encontro milhões de coisas divertidas nesse universo competitivo e criativo da nossa fábrica de fazer alegria. Depois que Caras, Quem, Contigo e outros veículos de comunicação similares entraram pesado na orla da Barra durante o carnaval, com seus camarotes confortáveis, glamorosos e repletos de estrelas de segunda grandeza, o carnaval da Bahia ficou mais sensacional ainda. Adoro!

Me sinto muito mais inteligente quando acaba o carnaval. Afinal, fico sabendo qual foi a melhor e a pior roupa, o melhor e o mais desgrenhado cabelo, o melhor e o pior croquete de camarão. Fico sabendo também quem comeu quem e quem não comeu ninguém.

Sabe aquela história de antigamente, bem antigamente, do tempo das cavernas, quando a gente cantava coisas como “Jogou sua rede, ó, pescador”, e o Olodum, com suas cores lindas e batuque poderoso ganhava os destaques das ruas e rádios de Salvador? Esqueça.

Sabe aquele tempo, bem lá de antigamente, muito antigamente, quando tudo que a gente queria era botar o bloco na rua, gritar e botar pra ferver? Lembra de quando as músicas que competiam pra ganhar o carnaval causavam divisões de opiniões entre as pessoas pra decidir qual era a melhor e não a menos pior? Esqueça.

Lembra daqueles tempos em que a gente via os blocos lotados, com mamães sacodes agitados pra cima, numa confraria divertidíssima de excessos, porra-louquices e pipoqueiros curtindo do lado da corda dos blocos? Esqueça. “Mamãe sacode” hoje é coisa brega. Legal agora é ficar com aquele treco esquisito que parece um pinto gigante levantado durante o desfile. Que diabo é aquilo, hein? Umas bisnagas de plástico devidamente assinadas por algum  patrocinador. Um tal de “bate bate”. Eu, hein?

Sou do tempo em que axé se confundia com o cheiro de mijo das ruas durante o carnaval na Praça Castro Alves. Na pipoca do Cheiro, Interasa, Eva e Camaleão.  Em que os solos de Armandinho ecoavam no Jornal Nacional. Em que pseudo-celebridades não eram necessárias pra tornar a festa especial. Mas sou velho. Sou do tempo das cavernas.

O casamento camarote-barra trouxe pro nosso carnaval um destaque que não tínhamos tempos atrás. A mídia abriu os olhos pro nosso carnaval quando as mesmas celebridades que freqüentavam os camarotes dos desfiles de escola de samba no Rio passaram a vir pra Bahia, pros nossos camarotes repletos de birita, guloseimas e mulheres gostosas. Fortalecendo assim o circuito Barra-Ondina, que fez dos camarotes uma atração à parte. Enfraquecendo ano após ano o circuito tradicional, o do Campo Grande.

Por mais que se discutam formas de fortalecerem novamente o circuito do Campo Grande, pra mim, mesmo que se solucionem problemas de horários, segurança e estruturas, o circuito Osmar (como é chamado o circuito tradicional, o do Campo Grande) só volta a atrair de fato o público alvo quando a mídia se sentir atraída pra se fixar por lá também. Aquele camarote do Campo Grande, com as redes de TV e seus palanques com caixas de som é o único ponto realmente forte daquele circuito. Não pode, porra. Afinal, é lá que está a Praça Castro Alves, que é do povo, assim como o céu é do avião. Mas não é a indústria do carnaval somente que tem que resolver o problema do circuito tradicional. É o governo que tem que fazer sua parte também. Investir em um projeto de reurbanização da cidade velha. Atrair hotéis, restaurantes, cinemas praqueles lados de lá. Aí sim. Se isso acontecer e alguns camarotes importantes começarem a fazer parte do cenário do circuito do Campo Grande os artistas, e não só o público, redescobrirão o interesse por este circuito. Ia ser interessante se todos os blocos tivessem esse comportamento de alternar seus dias de desfile entre os circuitos. Adoraria sair com o Balada do Corredor da Vitória, pelo menos um dia, adentrando o camarote do Campo Grande ao som de Praieiro, passando pelos casarões antigos da Avenida Sete. Cruzando o relógio de São Pedro e me preparando pra descer a Praça Castro Alves, vendo a vista mais bonita de Salvador.

 Mas eu sou velho. Sou lá de antigamente. Do tempo das cavernas. Do tempo em que eu saia em bloco e sabia qual banda que tava tocando. Sou do tempo em que a gente beijava na boca um bocado também. Mas que sabia, pelo menos, fazer uma gentileza com a paquera do momento. Não era essa coisa de agarrar somente e contabilizar o número de bocas que chupou. A gente beijava, conversava um pouquinho, dava uns pegas atrás do carro de apoio, tomava uma cervejinha juntos, andava de mãos dadas no bloco, dançava agarrado. Essas coisas de velho. Sabia até o nome da pessoa que a gente tava beijando, olha só!

Sou do tempo em que era maneiro ver um bloco inteiro de mamãe sacode pra cima. E não esse pinto de elefante que arranjaram de pôr em seu lugar. Bate bate. Prfff. Parece coisa de punheteiro.

Não sabe o que é mamãe sacode? Tá ouvindo Radiohead demais, garota.

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Sinto falta das músicas de preto, de negão. Não do pagode, que está muitíssimo bem representado pelo Psirico, Fantasmão, PretuBom, Parangolé, Pagodart. Falo de músicas de axé, que se caracterizam pela influência do samba reggae original. Pagode é pagode, axé é axé. Caminham juntos de mãos dadas, mas são diferentes em elementos rítmicos.

Entendo que bandas como Jammil, Asa e Eva são importantes pro axé. Mas sei que não temos competência nem história de vida pra falar com originalidade de características próprias do universo negro da Bahia. Somos da safra axé-universitários, movimento criado por Durval lá pelos tempos das cavernas. Movimento que ele nem sabe que fundou. Tá bom. Que eu tenho a ousadia de dizer que foi ele quem criou.

Sinto falta do Olodum. Cadê o sucesso do Olodum neste carnaval? Quem viu o desfile do Ilê? Quero Margareth Menezes endeusada, reverenciada como o talento que é. Quero ver o Araketu brilhando no próximo carnaval. E quero ver Tatau com sua voz linda arrebentando também. Quero ver o Cortejo Afro no Jornal da Globo. Quero ver Bronw ter na Bahia o destaque que teve, lindo, no Rio de Janeiro. Quero ver novos Tonhos Matérias surgindo, com vozes roucas e poderosas de negão. Quero ver Denny da Timbalada sendo reconhecido como o grande talento desta nova safra de música axé. A influência negra na nossa música é fundamental pra que o carnaval continue atraindo os brancos, negros, pardos e amarelos que compram abadás, passagens aéreas, churrasquinho de gato e CD pirata na sinaleira da esquina. Esse carnaval de hoje tá muito branquelo.

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Sou do time do bloco de corda. Do time de artistas que atrái turistas pra Bahia com toda a estrutura mercadológica que envolve nosso trabalho. Mas o carnaval não pode depender somente dos blocos de corda e dos artistas que aparecem na mídia. O que tornou forte nosso carnaval foi a nossa música. E um conjunto de ações que envolve parceria com empresários de outros estados, inteligência empresarial e competência administrativa,  somado a um bom trabalho de mídia e divulgação. Mas nada disso adianta se pararmos de dar espaço pra voz da rua, do povão. Que, em se tratando de Bahia, é representada por mais de 70% de negros. Cheios de criatividade, talento e idéias na cabeça.

Mas sou do tempo das cavernas. De antigamente. Do tempo em que o carnaval era  simplesmente celebração. E não celebridades.

Namastê

“E a galera ta delicia
Curtindo na moral
Funk, curte samba
Vai o carnaval
Hei! Você que está parado aí
Jogue a mão pra cima
Sai do chão
Sacode aíE é mamãe sacode
Mamãe sacode
Mamãe sacode
Mamãe sacode “
 

 

 

 

Pagodart (Mamãe Sacode)

postado por: manno


54 Comentários para “Paleolítico”

  1. Gabi Albuquerque Jammilzeira

    pra mim a estrela do carnaval é o JAMMIL, e que se dane os camarotes e os artitas… meu camarote é tá no meio do BALADA e meus artitas?! preciso falar?!
    JAMMIL sempre!!

    tava com saudade dos seus posts!!!

    adoroooooooo!

  2. Helio

    gabi, tá ouvindo axé demais garota.

    mas tá foda mesmo, não é só no carnaval da bahia que está dificil achar um meio termo entre “raiz” e “negócio”, é uma equação dificil pra caralho de ser feita.

    o futebol hoje em dia se você for ver tá numas parecida.

  3. Felipe Linhares

    É, Manno Góes. Hoje em dia, “tudo é negócio, meu caro”.
    Lembra disso? Pois é.
    .
    E eu concordo demais contigo. Globais atraem muito mais flashs no Carnaval da Bahia do que os artistas baianos. Uma pena, mas “é nogócio”. É o que vende na Caras.
    E posso falar? Sempre achei a Caras uma merda. É uma revista que torna “real” o “Alice no país das maravilhas”. Uma revista que consegue abaixar a auto-estima de qualquer pessoa que já esteja pra baixo e acredita que a vida é realmente do jeito que tá impresso naquelas páginas “cara$”.
    .
    Abração. Tava sentindo falta de seus textos.

  4. Daniel

    o carnaval de hoje tá muito branquelo kkkkkkkk,hilario

    po fiquei imaginando aqui,entra no corredor da vitoria cantando praieiro,tive a oportunidade de ir no camaleao na segunda,e realmente e lindo de mais a vista quando se desce a castro alves,po ja penso desce la cantando´´E SAUDADE QUE BATE NO MEU CORAÇAO´´demaissssss,po viajei aqui,seria realmente um sonho sair com o BALADA em campo grande
    quanto ao ´´negocio´´ que virou o carnaval de salvador.é uma realidade e acho q a tendencia é piorar,pois o interesse de marketing da empresas patracinadoras da melhor festa do mundo tem o foco so no circuito barra-ondina,acho que pro campo grande voltar a ser interessanta para a mídia em geral teria que ´´nascer de novo´´

    acho q deve ficar so no sonho mesmo BALADA no campo grande,se fosse antigamente ne manno,derrepente rolava rsrs e po so negao o carnaval ta branquelo nada kkkkkkkkkk

    abraçooooooo,vem pro rio /o/

  5. Débora Oliveira

    Mano, que saudade dos seus textos!!!Caracas se você está velho, que diras eu rs…
    Concordo com você plenamente, hoje o brilho do carnaval são as celebridades e não ele por si só. Whauhuahuahuaha
    O tempo de antigamente só nos deixa saudade!!
    Em relação ao circuito campo grande, eu discordo numa piquena parte…é o melhor circuito sem sombra de duvida, pois, você se arrepia do começo ao fim. Mas em compensação o carnaval cresceu muito e esse circuito eh muito estreito…bloco e pipoca ali hoje simplesmente não da***
    é muita pessoa por metro quadrado.

  6. Veca

    Manno,

    Amei esse texto e assino em baixo! Tudo que disse é a mais pura verdade! Bateu até uma nostalgia…Márcia Freire, no Campo Grande cantando Rebentão, Adrenalina, Doce Obsessão, todos os blocos disputando para ver quem entrava na avenida com mais animação, os foliões pedindo, implorando aos moradoes dos prédios da Carlos Gomes para jogar água… o calor era grande, pulávamos feito loucos e precisávamos nos refrescar. As meninas nem se preocupavam com chapinha, escova, etc… Ê saudaeee dessa época! Mas eu sou velha tb…

    Bjoo!

  7. Nanny

    É Manno, tbém sou velha e sino muita falta dos “antigos” antigamente, Margareth fazia ensaio aqui no RJ, eu ia a todos, era maravihoso, mas… acabou, porra pq acabou uma coisa q dava certo… do tempo em q tatau arrasava no araketo, NInha uiii a melhor voz, mas Denny ta arrasando no timba…
    Qto ao circuito campo grande, não sou fã, mas pq… pq pipoca vem empurrando, vem batendo pra valer, e isso torna-se feio e perigoso mesmo pra quem está dentro da corda… uma vez q vc ficando atrás do trio ou na frente não está vendo o artista, só nas laterais, porra pq ninguém muda isso, gosto de ver as pessas cantando…
    Bjar na boca é bom, mas do jeito q está agora, não dá, tbém sou velha… gosto de pelo menos saber o nome e nao sair beijando pra contabilizar mais um…
    pois é… acho q já falei muito….
    seu post foi excepcional… adoreiiiii…beijos e namaste…

  8. Fabiana de Minas Gerais

    E ai Mano,carnaval para mim é esta no bloco do Jammil,o bloco balada.Estava morrendo de saudades do seu post.Nao demora muito para escrever nao ta?To te esperando aqui no axe´!!!!Bjo enorme…..

  9. camila palmeira

    entendo exatamente o que vc queria dizer….
    como sempre seus textos dizem exatamente o que precisa ser dito
    parabéns

  10. Mara Bianchetti

    “Do tempo em que o carnaval era simplesmente celebração. E não celebridades”. Não vou dizer que sou deste tempo, porque estaria forçando a barra para lhe agradar. Digamos que neste tempo, eu era apenas uma criança lá em Barbacena, que curtia matinês com papai e mamãe. Não sou do tempo, mas almejo a volta do mesmo. Almejo, penso, apoio. Por que? Porque seria uma coisa bonita de se ver, pressuponho. Mas ao mesmo tempo não sei. Será que se tudo fosse diferente, o Carnaval da Bahia seria o mesmo? Não sou nenhuma expert no assunto e meu primeiro carnaval em SSA foi o último… mas acompanho um pouco o ritmo e aprecio a maneira como todo (ou pelo menos a maioria do) trabalho é feito.
    Enfim, não adianta relutarmos. Sabemos que a geração capitalista precisa e reforça ainda mais o capitalismo. Uma pena, eu diria. E ao mesmo tempo, um investimento. Investimento para crescer e amadurecer (à sua maneira) ainda mais.

  11. Daniela Slindvain

    Manno,
    Essa é a primeira vez que entro no seu Blog e adoooorei.
    Texto bacana e carregado de verdades e saudades…
    Mas pelo visto você não anda escrevendo muito, hein?
    Espero ansiosaaaaa seu próximo texto.
    * Manno um beijo carinhoso e com certeza já ganhou mais uma leitora do seu Blog. :) ))
    Bjo Dani

  12. Emmanoela Sena Gomes

    Manno, simplesmente maravilhoso o seu texto…. Acredito que também sou do tempo das cavernas e sinto saudade da mamãe-sacode balançando no corredor da vitória…. O carnaval de hoje não chega nem perto do “nosso” carnaval, onde realmente saíamos para nos divertir tranquilamente… Amei o texto e estava com saudade de seus posts…
    Beijocas

  13. Bruna Cezario

    Saudades dos seus textos Manno…
    Bom…Como já falaram, hoje em dia tudo é negócio, o que vale é o que sai na caras, o que ta valendo é se tem globais presentes.
    Mas quer saber de uma coisa, me importo com isso não, Jammil estando lá é o que realmente importa pra mim.
    E tals, como vc, alguém possa a começar a sentir falta lá do carnaval do “tempo das cavernas” e colocar isso de volta (bom, acho q isso ta mais para sonhar um pouco alto demais).
    Mas…Onde tem Balada tem Jammil e uma Noites *-*

    beijos
    Te amo meu ídolo

  14. kesia inara

    Se voce é do tempo das cavernas,eu também sou com meus apenas 21 anos de idade…pq a energia que OLODUM..Timbalada..e o povo das antigas tem..nenhuma banda tem hoje..de voce ouvir o batuque da percussao e se arrepiar!!
    bons tempos aqueles de musica e nao de mercado

  15. Dalyne -Recife

    Eitaaaa q falou bonito!
    Concordo com td, não sou de antigamente mais penso assim tb. Carnaval é festa do povo,certo q o carnaval movimenta a economia, os negócios, mas tem q manter a tradição e não apenas fazer uma festa para aparição de determinadas ondas do momento, vamos no focar no q importa da alegria das pessoas que fazem a festa!!!

    BjuuuS!

  16. J. Marinheiro

    Cultura, sonoridade e demais diferenças à parte, aqui em Recife atravessamos algo semelhante. Ao menos o que vemos pela TV (lê-se BAND) é muita música baiana. Se tem Bono é pra cantar com baiano. Se tem mulher gostosa mostrando mais do que deve, é ao som de música baiana. Se tem celebridade dando pinta e recebendo cachê pra tá no camarote da Caras, Bundas, Contigo, ComEle, Conosco ou Sozinha é ao som do axé. Concordo que o governo da Bahia deveria honrar suas tradições e não se vender ao apelo da mídia e de fortes patrocinadores, mas ao menos o governo da Bahia valoriza a música baiana.
    Aqui em Recife, o nosso ilustre governador assinou um contrato estimado (falo estimado porque não posso provar, mas…) de R$ 4 milhões (ano) por 3 anos com aquela emissora de TV, lembra? Para mostrar o nosso (sic) carnaval.
    Seria uma iniciativa louvável, se na abertura não tivesse Maria Rita. Se no dia seguinte não fosse a vez de Marisa Monte. E por aí vai… Peraí, que caralho de carnaval pernambucano é esse que não se apresenta ninguém daqui pro país ver? Na hora que temos oportunidade de exportar cultura o que se vê são consagrados artistas brasileiros cantar coisas que não são da nossa terra. Qual o mais pernambucano no palco? A maravilhosa Elba Ramalho. Mas Elba é paraibana… É. Salve a Bahia cheia de cores
    Salve a Bahia e sua musicalidade
    Salve Bahia e seus artistas, seus santos e demônios
    Salve a Bahia de Daniela, Ivete, Tuca e Manno Goes.
    E quanto à Pernambuco? Relexa… Diz nosso governador que temos o carnaval mais multi-cultural do país. E temos mesmo, só esqueceram de convidar os pernambucanos para participarem da festa.

  17. Lú Martins

    É Manno, não sou de tempos tão antigos, da caverna, mas me liguei no axé na infãncia, justamente pelo som, pela música, pelo som pesado da percursão, dos misticismo que envolve a cultura baiana.. E ah, como sou a favor de manter os blocos no Circuito Osmar, de chegar na castro alves cantando “Minha jangda vai sair pro mar, vou trabalhar”.. E como seria bom subir a avenida Carlos gomes com um Saudade dói.. alli já.. chegando no corredor.. aaaah.. sua idéia seria muito bem aceita. O barra/ondina é lindo, é mágico tb, atrai gente bonita, mas quero música, e muitas horas… quero me esbaldar.. E que m…. daquele negocio de pinto de elfante tb.. hehehe.. mais atrapalha do que diverte!!!!

    Abraços!

  18. Fafá

    O carnaval do Campo Grande é uma merda porque o esqueceram. Mas o da Barra tá ficando ruim porque tem muito camarote e camarote demais é sinal de poucas músicas novas e menos conhecidas se tornarem conhecidas, porque os artistas ficam querendo passar bonito pelos camarotes.
    Foi bom ouvir saudade dói, surpresa boa e outdoor. mas seria melhor ainda ouvir outras. sai com vcs um dia e dois com o Eva. me arrependi. deveria ter saído s 3 com vcs.
    ano que vem estou 100% Balada!
    bjssss

  19. Mari Virtuoso

    Éeeee Manno Goes, bem vindo ao carnaval capitalista! infelizmente o dinheiro fala muito mais alto do que o significado ral do carnaval Baiano. Carnaval na Bahia ta virando carnaval pra poucos, carnaval elitizado! [...] Sinto falta dos mamães sacodes tbem,adoravaaaa, tinha coleção! hehehehehe :)

  20. Luana Régia

    Noossa Manno, que saudades!! Fazia tempo que você não escrevia aqui, todo dia eu olhava e nada. Passou um tempinho mas se desculpou escrevendo essa maravilha de texto, Parabéns!
    Eu não sou do tempo do mamãe sacode, mas pelo que falam (até mesmo o pessoal da minha família) aparenta ser mil vezes melhor do que é hoje. Eu não concordo com essa orgia de beijos que tá acontecendo nesses carnavais “atuais”. E muito menos com essa valorização de coisas inúteis, sem importância. Mas fazer o que? Somos pequenos e sem força pra combater a mídia… É a vida!!

    Beijo Manno, e escreve mais vezes amor =D

  21. Carlinha

    To ouvindo AXÈ demais!

  22. Steeh Trevisan

    to meio alta..
    mas quand ovi lembre de você na hora!

    http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2866813

  23. Andre Prates

    Muito bom o texto!!!
    Define bem a “industria” do axe!!!
    E Parabens novamente pelo Carnaval!! O balada tava sensacional!!!!

  24. Adriele Bandeira

    Do jeito que a coisa vai, tou vendo que teremos que nos contentar com disputas pelo título de *menos pior música do carnaval* mesmo. Não sou de “antigamente”, mas tenho medo de saber onde isso vai parar.

  25. Narjara

    A “oitava maravilha” não pode ser deixada de lado, pois é referencia….
    Adorei o post… Tava com saudades já…
    Abraços

  26. Julianna Lima

    êh Manno, vc e seus textos perfeitos cheio de verdade, das quais ñ estamos acostumados a ver, ler ou escultar…
    Dessas q são camufladas diariamente mais que surge cm alguém cm vc resolver falar Tudo!
    Parabéns!!

    Anciosa demais para ver o Jammil na…
    M I C A R E T A DE F E I R A

    tudo de bom pra vc!!
    bjo

  27. Mary Frenética

    Não sou tããão velha assim,mas ja curto carnaval de SSA ha uns 10 anos.Época de Cheiro e Pinel..é a invenção do diabo que Deus abençoou,e determinou:”A praça Castro Alves é do povo,como o céu é do avião.”
    Quero ver Luís Caldas nas ruas,com seu encanto e voz,o cara é ídolo!Eu amo o Jammil,mas “todos” sabem que esse ano o carnaval foi de Denny,o cara ta demais,é muito abençoado!Ficou responsável por uma puta banda e segurou a peteca e foi muito além do esperado.
    Escutar Êta êta êta êta..NÃO TEM PREÇO!!!!
    O carnaval é tão comercial,quanto as micaretas fora de época,a gente passa o ano todo pagando carnê destinado a diversões com axé music..ta sinistro querido Mano Góes.Não a cheque especial que resista!!!!

    Estava com saudades,post sempre!

  28. Renata Machado

    Realmente Manno Góes você deve ser bem antigo, pois esse carnaval que você fala eu não pude conhecer (embora ainda saiba o que é uma mamãe sacode, assim como “conheço” o Radiohead, parece que não ando escutando tanto axé como imaginava). Mas pudera eu ter conhecido. Afinal para mim carnaval é isso ai que você falou, festa de pura diversão, para a rua e o povão. Sem falar que ainda era possível ter conhecimento do nome da pessoa que se beijava e até andar de mãos dadas! Vê só que legal não sabia que isso já tinha existido no carnaval haha

    Mas mesmo diferente e cada vez mais branquelo, parece que o nosso carnaval continua sensacional.
    Um beijo meu ídolo =)
    Seu texto como sempre excelente, tava com saudade deles.


  29. aeeeeeeeee… apareceu manno goes e seus textos fodasticos!! poderia não sumir por tanto tempo? obrigada. =]
    rsrs

    bom, isso não acontece só na Bahia né? Aqui no RJ, quem tem mais destaque? A rainha de bateria, ou o enredo, os carros lindamente preparados, a comunidade q vive pra isso…??
    Nego sai no tapa pra conseguir um convite pra qualquer um desses camarotes de cerveja, pra sair no EGO, na CARAS, na QUEM.. e só quem realmente da o devido valor ao desfile, é a dona mariazinha, o seu joão silva, a porta-bandeira mirim.. eles sim!!!

    estamos no final de março e ja me preparo para o carnaval de ssa. o glamuroso carnaval de ssa.. o carnaval q todo mundo sonha em conhecer, e q os fãs de axé ficam com os olhinhos brilhando só de lembrar..

    de qlqr forma.. vai ser pra sempre assim. amanhã, quando eu tiver meus filhos e eles acharem q estao bombando em ssa, eu vou dizer ”ahhh.. esse carnaval nao chega nem aos pés do meu. meu carnaval de jammil, eva, ivete, claudinha asa e chiclete… ”

  30. Marillya

    Nossa… me vi nesse seus tempos paleolitico, neolitico e subpolitico.
    I’m 26.
    Quando bom mesmo era escolher a cor da mamae sacode, tomar banho de agua de cheiro, usar o “abada” que ja foi na altura dos pes. E a parte dos beijinhos com o “amor da nossa vida, marido e pais de todos os filhos que nao tivemos” atras do trio…isso nao tinha preco!
    I’m just 26.
    Quando se contava os dias e as horas para que o carnaval chegasse com musicas que dizia mais do que ir buscar a pobre da Dalila ligeiro.

    You’ve gotta give for what you take…

    Voce ja pensou em “make a wish”… por alguem ou algo que acredita?

    So what the hell are you waiting for?

    Voce pode amigo!

  31. Mayana

    Concordo plenamente, apesar de ser da “epoca atual” prefiro a “epoca das cavernas”. Alem de todos esses argumentos que vce sitou, ainda tem a questao da violencia, eu sei q os carnavais sempre tiveram a presença dela, mas hoje em dia esta bem mais presente. Antes era só curtiçao, diversao.. e nao vontade de machucar o proximo. Enfim, com toda certeza a midia contribuiu muuuito com isso.. maaas é a vidaa.

    ssim, mas ate que enfim atualizou aqui heein rsrsrsrs, foda como sempree!

    P.S.: veeeeeeelho, que saudade dos mamaes sacodes, eu gostava taaantoo, acho q ate hoje tenho um laranja guardado aquii rsrsrsrs, mas num da nem pra usar, se nao posso ser chamada de careta ¬¬º

  32. MATEUS

    haaaaa, eita povim massa vei, rsrsrs
    o Axé é massa vamo concordar, eu num vejo a hora, falta 82 dias para eu curtir essa banda massa, olha só que tortura.
    E essa blog aqui do “manno”, ta massa, e eu sou do tima do JAMMIL.
    rs

  33. Elayne

    “Ê sauda-a-de, q bate no meu coração…”

    Sou do tempo dos confetes e das serpentinas…
    Sou do tempo do fricote (ñ esse fricote,onde os malandrinhos “metem a mão” por baixo das saias ou por dentro dos shorts e/ou blusas das meninas,em plena avenida, e saem achando q lhe prestaram um grande favor -e realmente deve haver quem se sinta agradecida!)…
    Sou do tempo da dança da galinha(e galinha ñ tinha nada a ver com piriguete,cachorra,popozuda,preparada uh-uh-uh-uh-uh)…
    Sou do tempo em q as mulheres,mocinhas e crianças (!!!!!!!!!!) ñ ralavam a tcheca no chão,mt menos, a xana no asfalto…
    Sou daquele tempo…aquele, q depois de ler tudo isso aqui e ter entrado num “estado profundo de nostalgia”, vou denominar: TEMPO FELIZ!!!
    No MEU (quero ele pra mim…de novo…) tempo,inclusive,os nossos desabafos eram traduzidos, atráves de palavras,nos “Queridos Diários”…Blog?!?!?!? Como assim?!?!?!?
    E viva a evolução!!! ADORO ISSO AQUI,Manno Goes!!!!!

  34. Angelica Dias

    Hum… Mano lindinho…

  35. carla iamara

    EH! q texto!ñ conheço o carnaval da bahia,mas é isso mesmo q atrai as tvs são as celebridades!tbm senti falta do olodum adoro eles acompanhei o carnaval daí pela transmissão de um canal de tv!!!!bom adoro vcs espero q venha um dia desses para teresina sentir um pouco do nosso calor!!bjs

  36. ana claudia

    eu confesso que não sei quem é o radiohead, nem oque é mamãe sacode, mas acho esse lance de nostalgia um princípio de que a gente tá ficando velho! hauahua zueira a parte manno, esse lance de preservar a cultura é fundamental, eu faço turismo e sou de santos (são paulo) e sinto que por aqui a gente não consegue vender cultura pq não tem uma, sabe aquele lance de raiz?! se perdeu, modernizou e a gente não consegue competir com são paulo pq lá é o centro economico do país!
    vc que tá na mídia tem que faezr sua parte sim, tentar lutar pela preservação da cultura, que no nordeste de uma maneira geral, está preservada muito bem!!!

    abraços

  37. ana claudia

    aliás abaixo esse bate bate pq eles fazem um barulho insuportavel e atrapalham a nossa visão, akilo lá pra mim é um supusitório de elefante isso sim!

  38. Fafá

    Parabéns por mais um post maneiro!

    Nem sou de antigamente, mas imagino que o circuito do campo grande deva ser divertido.

    Você falou de Durval. O que está acontecendo que os shows dele estão cada dia mais chatos?

    E é triste ter que engolir uma coisa chamada banda zorra, daquele cantor branquelo e sem sal goela abaixo em Alfenas e não ver vocês.

    Esse ano mudei o roreiro de micaretas. Cabo Frio me aguarda!

    Beijossss

  39. Manuela Schneider


    Atrai não tem acento!

  40. PEDRO IGOR RIBEIRO

    Ótimo post!!! O tempo das cavernas era bom demais, pela minha idade peguei um pedacinho na minha infancia e o resto só pesquisando mesmo pra saber um pouco da epoca de ouro!! Mas hj tem grandes nomes pra representar a musica baiana!!! Mesmo as esquecidas pela midia e pelos camarotes “glamour”

  41. Fernanda

    Eu também morro de saudades do autêntico carnaval de SSA e nem sou velha, tenho só 27 anos. Sou dessa época e hj acho que carnaval de SSA é pra turista gastar dinheiro e não pra nós baianos. A coisa tomou uma proporção absurda. Sou baiana, moro no RJ há 4 anos e só escuto axé e pagode baiano na Bahia, no natal e carnaval qdo vou pra SSA ficar com meus pais. Gosto do Jammil, o som é bacana, as letras são incríveis, mas vejo q é uma banda mais pop, com cara de coisa de SP e MG. Custo associar ao axé, pois a meu ver foge da plataforma. Me interessei pela Banda por desejar visceralmente o Tuca, via aquele homem gostoso e imaginava, como ainda imagino besteiras impublicáveis. pensava assim, um dia este homem ainda me manda tirar o pé do chão em outro lugar. Fico hipnotizada, olhando o corpo d rapaz, a blusa levantada perto do zíper da calça. Tuca é di fudê mesmo, ainda tem uma vozinha rouca deliciosa, q me excita. E juro pra vcs q quase alcancei meu objetivo, verdade mesmo. Na época trombrava com Tuquinha na academia da praia e ele todo simpático me cumprimentava. Isso faz anos, na época ele tinha um carro igual ao meu. Um Stilo. Coitada de mim hj querer ter carro igual do Tuca. Bom, dei mole pra ele, ele ou era mto simpático, ou retribua, mas aí fiz amizade com uma menina mto gente boa chamada Maria, q um belo dia me disse q amava e namorava o Tuca, por ser amiga dela, parei de me oferecer pra Tuca, em seguida vim embora pro Rio e nunca mais vi essa coisa gostosa de perto. Saudades da época q ficava torrando o dia na praia de Porto da Barra e no começo da noite ia embora pelo beco de baixo do corredor da vitória e corria dos tarados q me perseguiam.

  42. Bella_BH

    Manno, post lindo!
    O que foi o show do Jammil no Axé?
    Lindo demais
    Fui no hotel pra ver vcs, mais nem deu
    =/

    Beijoo
    Admiro a cada dia mais
    =D

  43. Michael Scofield

    O último post foi dia 27 de março e hoje são 7/8 de abril? Tá brincando com o perigo? Você não assistiu “Obsessão louca”? Tire seu rabo nerd axé pop e escreva…

  44. Aninha Rimola

    Não tem jeito Manno. Só quem é do tempo das cavernas entende o que vc diz… A Bahia tem cheiro de música, de mamãe sacode, de Campo Grande, de Praça Castro Alves, de aperto e empurra-empurra na Carlos Gomes e vai muuuito além disso… Inexplicável a sensação de estar no Campo Grande ao meio-dia, pés queimando no asfalto, curtindo as músicas da banda que vc AMA e que esperou o ano inteiro pra estar ali, escutar e curtir. Não é micareta e não é evento fechado no Rio, São Paulo ou Minas que agora ganharam nome de micareta também sem que o povo que frequenta saiba nem de longe o que É uma micareta…
    Sou branquela mas de alma negra e fica a saudade do Guetho no Candeal, dos Ensaios do Olodum para soteropolitanos e não só pra gringos, de ver o Ilê passar… acho que como vc, sou do tempo das cavernas viu ????
    Se é pra começar a campanha, conte comigo !
    Bjs !!!!

  45. Beto Espinola

    Goés eu sai no papaléguas no campo grande !!quando consegui subir no trio pirei com aquela magia…eu devia ter uns 9 anos cruel…sou velho tmb!!!!!AHAA!!!

  46. Breno GÓES

    Manno só queria dizer que eu curto muito a banda e que eu acompanho todos os shows…
    Inclusive o Lual Splendido Lounge eu estava lá e peguei a toalha suada que vc jogo para a galera…
    Poxa gostaria de saber se tem algum lugar que eu posso comprar a munhequeira do Tuca que eu não consegui pegar no lual…
    Ah..minha irmã é apaixonada por vc…
    e o sonho dela é ter vc no orkut dela add ela por favor…
    Sheilinha Góes
    Se puder me responder …
    brenoo_goes@hotmail.com

    Abração Manno e que o sucesso sempre continue assim.

  47. GENAH ODARA

    “Ei, moça bonita, a gente não se fala já faz um tempão

    Como vai a vida, como vai o coração?

    Você me conhece, sabe que minha história é essa confusão

    Cada dia um porto, cada dia um avião

    Mas sempre te levo comigo

    Nos pensamentos mais bonitos

    (agora é a parte de vocês)

    te levo na cabeça para um tubo no hawaii

    em fernando de noronha pra comer um açaí

    mais é no farol da barra que vou te pedir…pra ficar

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    E a gente ri, e a gente chora

    E a gente brinca de brigar

    E bate a porta e vai embora

    E sempre pede pra voltar”

  48. andriele

    “Ei, moça bonita, a gente não se fala já faz um tempão

    Como vai a vida, como vai o coração?

    Você me conhece, sabe que minha história é essa confusão

    Cada dia um porto, cada dia um avião

    Mas sempre te levo comigo

    Nos pensamentos mais bonitos

    (agora é a parte de vocês)

    no meu coraçao

    na minha alma infinita

    nos momentos felizez
    que passamos juntos

    E a gente ri, e a gente chora

    E a gente brinca de brigar

    E bate a porta e vai embora

    E sempre pede pra voltar”

  49. lubisco

    “Ei, moça bonita, a gente não se fala já faz um tempão
    Como vai a vida, como vai o coração?
    Você me conhece, sabe que minha história é essa confusão
    Cada dia um porto, cada dia um avião
    Mas sempre te levo comigo
    Nos pensamentos mais bonitos

    Os meus olhos, teu abrigo,
    mandam versos mal escritos
    Falando de mim e de você.
    Amor, fica, pois não quero te perder.

    E a gente ri, e a gente chora
    E a gente brinca de brigar
    E bate a porta e vai embora
    E sempre pede pra voltar

    OU

    “Ei, moça bonita, a gente não se fala já faz um tempão
    Como vai a vida, como vai o coração?
    Você me conhece, sabe que minha história é essa confusão
    Cada dia um porto, cada dia um avião
    Mas sempre te levo comigo
    Nos pensamentos mais bonitos

    Do teu amor eu sou mendigo
    Todo meu ar se vai num grito
    Com amor, desejo, paixão e fé
    De te fazer a minha mulher

    E a gente ri, e a gente chora
    E a gente brinca de brigar
    E bate a porta e vai embora
    E sempre pede pra voltar

  50. Nathália

    Realmente Manno… eu sou uma paulista… que desce pro litoral no Carnaval… que passa o dia na praia zuando… mas quando começa a transmissão do Carnaval pela TV… fico vidrada e nada nem nínguem me tira de lá! Mas já faz alguns carnavais que eu tenho percebido que o axé tem ficado mais de lado que o normal… toda hora eles mostram o Camarote tal com tal artista…. mostram que artista tá pegando quem…. ficam fazendo inúmeras propagandas de diversas coisas… e eu, que assisto pura e simplesmente pra ver o axé, fico feito boba… esperando aqueles 5 minutinhos que eles mostram o trio que está passando defronte ao camarote daquela emissora! Bom eram quando eles valorizavam o Carnaval…. mostravam os blocos… mostravam o povão… a alegria da galera em estar ali…! Daniela não mente quando diz que quem vê o Ilê passar chora… eu vendo pela TV me arrepio toda… e as lágrimas escorrem sem motivo aparente e sem esforço!Acho impressionante a falta de respeito com os blocos afro! Eles são a mágica da Bahiaa… são o canto dos baianos… e por não terem celebridades “desfilando” não são valorizados! Filha de baiano… mato as saudades das férias que por aí passo, nesses momentos, que infelizmente estão me privando! Tenho apenas 18 anos… mas se quem pensa como você é das Cavernas… estamos juntos no Paleolítico!

  51. anderson

    muito interessante

  52. LUCIANO LUILA

    “Ei, moça bonita, a gente não se fala já faz um tempão

    Como vai a vida, como vai o coração?

    Você me conhece, sabe que minha história é essa confusão

    Cada dia um porto, cada dia um avião

    Mas sempre te levo comigo

    Nos pensamentos mais bonitos

    “AONDE EU PESSO EM VIVER
    SÓ COM VOCÊ,SÓ PRA VOCÊ…”

    E a gente ri, e a gente chora

    E a gente brinca de brigar

    E bate a porta e vai embora

    E sempre pede pra voltar”

  53. LUCIANO LUILA

    “Ei, moça bonita, a gente não se fala já faz um tempão

    Como vai a vida, como vai o coração?

    Você me conhece, sabe que minha história é essa confusão

    Cada dia um porto, cada dia um avião

    Mas sempre te levo comigo

    Nos pensamentos mais bonitos

    “AONDE EU PESSO VIVER
    SÓ COM VOCÊ,SÓ PRA VOCÊ…”

    E a gente ri, e a gente chora

    E a gente brinca de brigar

    E bate a porta e vai embora

    E sempre pede pra voltar”

  54. Fernantorra@hotmail.com

    Quando vou a Salvador o Hotel em Salvador é bem próximo ao ensaio do Olodum então sempre aproveito e curto eles.

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