21
dez

Sobre “Suiça”…


     O texto “Suiça” é somente um conto, galera. Um “pulp fiction”.

 Como sempre escrevo aqui de uma forma muito coloquial e sempre me utilizo de referências pessoais pra contar causos e histórias, vocês devem ter estranhado o formato desse último blog.

Não há tristeza. Não há nenhuma garota de olhos azuis. Não existe vizinho do 1502. É tudo pulp fiction, homeboy..

Neste texto eu conto a história de um fracassado, acoólotra, drogado, infeliz, que está completamente derrotado por seus excessos e desvios. Como é tempo de Natal, festa de fim de ano e tal, utitilizei esse período como pano de fundo pra criar a história desse cara. Fake demais pra ser real. Real demais pra ser fake.

Eu gosto de escrever. E escrevo muitas coisas, sobre muitos assuntos. Alguns contos, poemas, crônicas… Minha produção de gaveta e arquivos escondidos.

Quis fazer uma experiência aqui no blog e soltar um “conto de Natal” deprê pra ver o que rolava, o que vocês achavam.

Leiam “Suiça” não como um post, mas como um conto.

Se vocês gostarem e acharem que eu posso publicar aqui de vez em quando um desses contos ou pensamentos que escrevo, farei isso. E sempre deixarei claro que se trata de uma “PULP FICCTON, homeboy ”!!!

P.S: Essa frase “é tudo pulp fiction, homeboy”, é de Hagamenon Britto, jornalista do Correio da Bahia.

Dêem sua opinião. Não deixaria de escrever os blogs de sempre, como sempre faço. Mas de vez em quando soltaria umas paradas como essa. O que acham? 

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Já disse aqui em vários posts! Eu ADORO o Natal!  

O mundo seria melhor se o espírito natalino, o sentimento de generosidade, de bondade, de bem querer que aflora em nosso coração nesse período se estendesse por todo o ano.

Desejo a todos um Natal maravilhoso! O Natal é o amor em ação! Todas as vezes em que somos bons, que nos tornamos melhores, que amamos, que somos gratos, felizes, benevolentes e nos sentimos próximos de Deus, estamos vivendo o Natal.

Feliz Natal!! Um 2009 muito especial pra todos nós!!

Beijos!!!!!!!!!!!

“Lembre-se, se o Natal não é achado em seu coração, você não o achará debaixo da árvore.” (Charlotte Carpenter)
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Uma oração especial para a família de Isabella Bacarat Negrato, jovem de 20 anos que lamentavelmente faleceu durante o Cruzeiro Universitário. Força!
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Então é isso!

 

Namastê!!!

 

Bjssssssssssssssssssssssssssssssss

 

 

 

 

postado por: manno



21
dez

Suiça


 

 

Então é Natal…

 

Como diria um amigo meu, “hoje é Pulp fiction, home boy…”

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Parecia falta de cocaína. Mas era só solidão. Só tristeza. Era medo. Era saudade. Era vontade de pegar o aparelho celular e atirá-lo na parede. Não porque ele poderia tocar insistentemente, mas justamente o contrário. Ele não tocava. Ela não ligava. E eu não abaixava o DVD. Tava rolando Frank Sinatra e o porteiro seu Zé burro ignorante fodido fedido insistia em interfonar pra me dizer que o vizinho do 1502 estava incomodado com o volume do som. Vai se foder, vizinho do 1502. Estou no décimo andar. Antes de você tem uma cacetada de apartamento pra ser incomodado com minha depressão. Mandei seu Zé ir à merda e arranquei o interfone da parede. O joguei na latrina e dei descarga.

 

Liguei do celular pra Maciel. Caiu na caixa postal. Liguei pra Silvinha. Chamou, chamou e a escrota não atendeu. Ainda bem. Se ela atendesse, bêbado como eu estava, era capaz de convidá-la pra vir aqui em casa. Ela aceitaria e eu teria que comê-la. Aquela gorda chata enjoada dos infernos.

 

Não tinha mais ninguém pra ligar. Eram três e meia da manhã. Terça-feira. Dia em que as putas chegam de outras cidades. Porque é assim que o mercado funciona. Você vai no puteiro na segunda, só encontra as piores. Carne de churrascaria. Resto de fim de semana. Sobra de farra. A partir de quarta é que o serviço começa a melhorar.

 

E hoje era terça. A quarta terça-feira do ano sem ela. Sem aquela por quem meus olhos brilhavam quando viam. Por quem meu rosto mudava de expressão e sorria ao encontrar. Aquela que me fazia esquecer os cigarros e que me abraçava ao dormir. A primeira a me fazer crer em Deus.

 

Era terça-feira. E eu estava em Salvador. Eu sou de Salvador. Quase ninguém se mata em Salvador. Essa merda não é a Suíça.

 

Fui pra uma reunião dos alcoólatras anônimos há três anos. Foi na igreja da Graça. Éramos oito pessoas sentadas em círculo numa sala adjacente à capela. Ninguém falava nada. Só nos olhávamos desconfiados e envergonhados, refletindo nossos fracassos uns nos outros. Uma velha com cara de bunda entrou com crachá de coordenadora, disse “bom dia” e todos responderam “bom dia” em uníssono. Menos eu, que fiquei com vontade de mandar todo mundo tomar no cu.

 

A velha se apresentou como não sei quem que eu não lembro o nome e sentou-se junto a nós no círculo. Um sorriso que me dava vontade de vomitar permanecia em seu rosto de maracujá. A Hebe Camargo cristã. Ela pediu pra que todos nós nos apresentássemos, disséssemos nossos nomes e revelássemos há quanto tempo não bebíamos. Sempre imaginei que um homem com cara de amigo, de pai, de avô ou terapeuta liderasse essas reuniões. Não uma assim, com essa cara de amiga de tia-avó, insuportavelmente perfumada e penteada, trajada com vestido azul bebê com detalhes brancos que lembrava guarda-roupas de apartamento de prédio velho com paredes verdes descascadas de três andares sem elevador. Senti logo vontade de sair dali, acender um cigarro e encher a cara.

 

Depois que uns três ou quatro derrotados se apresentaram, chegou a minha vez.  Levantei-me e disse: “Meu nome é Wall-E, não queria estar aqui, não sei por que estou aqui, estou achando tudo uma merda e tenho dois litros de Black Label no carro. Quem quer ir comigo lá em casa?”. Dois se levantaram com um pulo e sorriso no rosto: “Eu vou, eu vou, eu vou”. A velha com cara de bunda que eu não lembro o nome me olhou com mais cara de bunda ainda e disse: “meu filho, tenha fé em Deus”. Disse-lhe sobriamente: “Minha senhora. A culpa é do seu Deus, que no primeiro milagre transformou água em vinho. Quer estímulo maior que esse?”.

 

Eu estava numa porra de uma sala ao lado de uma capela de um Deus que eu não cria, ao lado de pessoas que eu não conhecia e preparando-me para ouvir sermão de uma velha que eu não queria conhecer. Virei as costas, acompanhado dos meus dois novos melhores amigos do mundo, e disse pros que ficaram: “fodam-se”. Dia desses saí novamente pra beber com os dois que me acompanharam. Um casou com a mulher mais feia que eu já vi na vida. O outro está fazendo terapia pra descobrir se é viado ou não.

 

Era terça-feira. Eu estava sem ela. Em casa. Sozinho. Seu Zé deveria estar ligando pro vizinho do 1502 e dizendo qualquer coisa. Eu continuava só. O pior da solidão naquela noite era Frank Sinatra com aqueles olhos azuis iguais aos dela cantando “My Way”. Mostrando-me que minha vida era uma merda. O celular continuava sem tocar. Primeiro fui pra cozinha. Enchi o copo novamente com tequila. Virei tudo num gole só. Fui pro quarto. Abri a terceira gaveta do criado-mudo. Peguei o álbum de fotografias.  A gente sorria em Bariloche. No Circuito Chico, a gente se abraçava morrendo de frio e em todas as fotos eu apareço com uma taça na mão. Na Chapada Diamantina, os retratos que tiramos ficaram desfocados. Ainda bem. Pois eu passei aquele fim de semana inteiro com a imagem desfocada devido à maconha poderosa que Guiga nos dava pra fumar. Chapados na Chapada. Foi quando resolvemos comprar a máquina digital, que, como todo o resto, ficou com ela. Em Maceió, vomitei em seu colo no passeio de jangada. A foto ficou engraçada, apesar da cara de nojo que ela fez na hora do clic.

 

No Natal, na casa dos seus avós, apareci pulando, vestido de Papai Noel, com meus ovos à mostra fora da calça. Ela riu e tirou uma foto da cena. Os pais dela não acharam tão divertida minha brincadeira de saco pra fora da calça quando as sobrinhas de sete, oito e nove anos perguntaram o que era aquilo que eu balançava na frente da família toda. Foi quando me disseram que eu estava bebendo demais. Eu ri e disse que estavam todos exagerando. Ela chorou somente quando eu tirei a roupa toda e fiquei só com o capuz vermelho de Papai Noel na cabeça e encaixei meu pau no cu do peru que enfeitava a mesa da ceia.

 

 Não entendi porque ninguém riu da cena, pois eu morreria de rir se visse alguém de capuz de papai Noel dançando nu pela sala com o peru encaixado no cu de um peru. A mãe dela fechou a cara pra mim. Vesti a roupa e fui embora daquela festa sem graça. Foi meu último natal com ela. Desde então não a via.

 

Desde então não saía de casa, bebendo todas as garrafas de Red, Black e Blue label que havia ali. Passei o reveillon com o celular desligado, em casa, assistindo Friends e cheirando pó. Desde então não fiz a barba nem tomei banho. Antes dela tocar a campanhia, estava ouvindo Frank Sinatra cantando com Ellis Fitzgerald. Acabara de mandar seu Zé burro ignorante fodido fedido ir à merda por insistir em interfonar pra mim pra dizer que o vizinho do 1502 estava incomodado com a porra do volume do som. Estava olhando pela janela da sala o chão de mármore branquinho branquinho do play ground do prédio. Do décimo andar. Imaginando se eu morreria antes ou depois de sujar tudo de sangue quando eu atingisse o chão. Mas era terça-feira.

 

Parecia falta de cocaína. Mas era só solidão. Só tristeza. Era medo. Era saudade. E então ela tocou a campanhia. Não que precisasse tocar, pois ela tinha a chave. Ela entrou e me olhou séria com seus olhos azuis de Frank Sinatra. Viu-me bêbado, o chão da sala decorado com latas amassadas de cerveja, copos quebrados e bitucas de cigarro. Foi ao quarto. Pegou um livro de Neruda que eu nunca li. Lembrei-me de Chico Buarque.  Mais olhos azuis a me infernizar. Tentei falar alguma coisa. Qualquer coisa. A língua mole não permitiu. Ela saiu sem se despedir e sem olhar pra trás. Voltei a olhar pela janela. O chão de mármore me chamava, convidativo. “venha, venha, venha”.

 

 Mas era terça-feira. E eu estava em Salvador. Sou de Salvador. Quase ninguém se mata em Salvador. Essa merda não é a Suíça.

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 ”Isso é apenas pulp fiction, home boy”

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E isso tudo é apenas pulp fiction, home boy…

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Mas é Natal!!

 

Eu amo Natal!

 

Alegriaaaaaaa!!!!!!!!!

 

Feliz Natal!!!

 

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É real demais pra ser fake. É fake demais pra ser real…

 

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Namastê 

postado por: manno



03
dez

CHUPA QUE É DE UVA, TUCA!


Ar condicionado no pau, um frio do caralho, cabeça cheia de Jhonnie, brejas e tudo mais que me oferecerem. Pulmão tossindo nicotina, fumaça e Aerolyn Spray. Os neurônios discutindo entre si: “ele quer dormir ou ficar aceso, porra?”.

A Topic avança os sinais, me fazendo duvidar de todas as leis da física, enfrentando curvas, quebra-molas e buracos. Confortável como lombo de camelo.

Tuca tenta falar no celular, baixinho, na poltrona atrás de mim. Bel, nossa produtora gostosa, tenta dormir no banco da frente. Baby, o segurança, calado, do lado do motorista. Pelo retrovisor, percebo seu sorriso divertido e mudo me olhando de soslaio enquanto acompanho aos berros a trilha sonora escolhida pelo nosso piloto. De Vitor e Léo a Frank Sinatra, quero ouvir é alto! E cantando junto, claro. De olhos fechados, mão direita com a latinha levantada pro céu pra ficar melhor. Os últimos goles umedecendo carinhosamente as minhas cordas vocais. Então, entre uma cantoria e outra eu grito: “pára esta porra que eu preciso mijaaaaaaaar”. Mentira. Na verdade quero mesmo é fumar ou parar num posto ou boteco pra comprar mais birita. Nunca param a porra da Topic. “Isso é uma falta de absurdo”, reclamo. Por isso que as bandas acabam.

Bem…

Nem sempre é assim. Mas verdade seja dita: Muitas vezes as voltas de show da gente acontecem desta forma.

Eu, Tuca, Bel e Baby voltamos juntos numa mesma Topic. Sempre. O resto da galera em outras. Por eu e Tuca sermos mais próximos, talvez, nos acostumamos a voltar juntos. Tuca sempre tem que dar uma entrevista a mais, tirar umas fotos a mais, essas coisas que fazem os cantores se foderem. Tem que demorar mais no camarim. Eu, na verdade, gosto mesmo é de ficar até a última ponta. Rindo e bebendo com os amigos. Só saio no lixo. Ou então volto com ele pra conversarmos sobre repertório, composições, reuniões, qualquer coisa assim. Mas sempre voltamos juntos. Sempre.

Às vezes lhe digo na volta de um show: “Porra, Tuca. Você errou a introdução de tal música”. Ele me explica então o motivo ou me convence de que quem errou não foi ele. Quando é o contrário, normalmente eu respondo: “Voxê jura que a gente tocou exxa múxxxicaaaaa??? Eitaaaa!”. E o tempo ruim acaba quando eu grito: ”pára esta porra que eu preciso mijaaaaaaaaaar!”. E tome-lhe cantorias! 

Tuca realmente é um sujeito adorável. Já brigamos muito. Mas a briga mais sensacional que temos na lembrança foi num camarim, há um tempão. Sei lá qual foi o motivo. Vai ver não pararam a caceta da Topic pra eu mijar. Só lembro que entre um “vai tomar no cu” e um “vai se foder”, alguém resolveu jogar alguma coisa no outro. A única coisa que havia à disposição no momento eram uns cachos de uva. Começamos uma guerra de uvas no camarim, que antes mesmo de apartarem a confusão já estávamos rindo pra caralho, melecados de caroços e cascas de uva. Não há nada que uma gargalhada não resolva de imediato. Isso que é banda, porra!

Sociedade é um casamento. Que quando dá certo é uma maravilha. Geram filhos felizes e histórias pra contar.

A quantidade de gente que me pergunta se Tuca é doidão me surpreende. Quem conhece Tuca sabe de quem estou falando. Meu cantor preferido é um daqueles sagitarianos orgulhosos por serem deste signo. Alegre por natureza, leve, galanteador e divertido. Bom filho, bom amigo, fiel quando namora e gente boa que chega dá raiva. E adora sapos!

Eu odeeeeeeeeeeio sapo! Detesto aquele bicho asqueroso que engole mosca. Sou escorpião. O oposto de quem é sagitário. Não tenho a menor paciência com quem não conheço direito, só me sinto bem de verdade do lado de quem gosto realmente e vivo me arrependendo de coisas que nem lembro que fiz.

Nunca vi Tuca triste por mulher. Tira de letra qualquer coisa que o faça sofrer. Nem doidão demais, nem passando dos limites. Nunca o vi negando uma foto com fã. Negando um autógrafo pra ninguém. Nem bêbado em aeroportos ou recepções de hotéis. Eu, como me esqueço de tudo no dia seguinte, também não me lembro de ser diferente dele. Prfffffffff…

Tuca realmente se importa com o que acham dele. Mal sabe o quão querido e elogiado ele é! E não podia ser diferente, sendo o sujeito adorável e amoroso que é. Eu e Tuca somos os opostos que se atraem. Do nosso jeito nos entendemos, nos amamos e nos odiamos. O amor é lindo!

Tuca nem precisa mais ser religioso. Vai pro céu de primeira classe por tudo de bom que oferece à sua família, amigos e fãs, com seu sorriso encantador e talento. E por me aturar.

Acho Tuca foda no palco. Sempre achei. Pra quem não sabe, eu era fã da banda que ele tinha antes de tocarmos juntos, o Diário Oficial. Fã mesmo! Daqueles de querer pegar no pau dele só pra imaginar a quantidade de xoxota por onde aquele pinto já passou.

Um dia Tuca haverá de perder a paciência comigo e me rumar pra fora da Topic com um chute na bunda. Eu, minhas cantorias e minhas últimas latinhas. Enquanto isso eu curto o prazer de acompanhá-lo pelas curvas da estrada, cantando desafinado e alto enquanto ele quer silêncio. Pedindo pra Topic parar pra eu dar uma mijadinha, fumar um cigarrinho ou tomar uma saideira. Ou pra jogar sinuca ou dominó. Você é fã de Tuca? Acredite em mim: Não o convide pra jogar dominó! A não ser que você não se importe em tomar uma bucha de sena no olho.

Podem apostar numa coisa: Não há uma música que eu componha pro Jammil que eu não saiba que Tuca, somente ele, fará dela um sucesso. Tudo aquilo ali que vocês vêem no palco vindo dele é de verdade: a voz rouca, o “grita aí, porra”, o “essa é minha galera”, o “sai do chão, caralho”. Tudo ali é ele. É dele. É de verdade. Tá na veia. Sem Jhonnie, sem fumaça, sem nada. É ele. É talento e pica dura o tempo todo. Nem que eu me entupisse de tudo ia ter aquela alegria toda. Nem eu, nem Beto, nem ninguém.

Como diria meu pai, “se eu fosse mulher, eu dava pra ele”.

No palco, pra mim, Tuca é imbatível. Mas na Topic, Fernandes… Ah! Aí você se fodeu! Na Topic eu dou de dez em você!

Nossas diferenças nos completam, amadurecem e nos ensinam a ter paciência um com o outro. Reconheço… Haja paciência!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Desculpaaaaaaaa!!! Eu não lembro, eu não fiz.

:)

É que eu odeio sapo! Meu negócio é perereca!

Uhúuuu, Nova Iguaçú!

Chupa que é de uva, Meneguel !

“Nosso amor é lindo, tão lindo…”

“Canta, Bel! Canta, Baby! Canta, Tuca! Pára esta porra que eu quero mijaaaaaaaarrrrrrrr, caralho!!!”

hehehehehehe

Namastê

PS: Tuca adora um sapo, Sapo Joe!!!!!!!!!!

postado por: manno